Blogue de Técnica de Redação elaborado pelo professor Eduardo de Araújo Teixeira com fins fundamentalmente educacionais.
sábado, 2 de julho de 2022
REDAÇÃO. Tema: "As novas configurações familiares no Brasil do séc. XXI" (Modelo Enem)
domingo, 19 de junho de 2022
REDAÇÃO. Parágrafo inicial sobre o tema: Arquitetura hostil (modelo Enem)
Recentemente, o padre Júlio Lancelotti quebrou a marretadas pedras postas pela própria prefeitura sob um viaduto em São Paulo. Tal ação visava não só liberar um espaço abrigável à população de rua, mas também protestar contra a prática da arquitetura hostil. A partir desse contexto, é fundamental entender o que motiva a arquitetura hostil e o principal impacto para a sociedade dessa forma de exclusão dos mais pobres nas metrópoles brasileiras.
A arquitetura hostil é um tipo de design urbano que visa impedir ou dificultar o uso de espaços públicos por determinados grupos de pessoas, como moradores de rua ou jovens. Ela pode incluir a instalação de pedras ou outros obstáculos em áreas onde as pessoas costumam se abrigar ou sentar, ou a remoção de bancos e outros assentos em espaços públicos.
Essa prática é controversa e tem sido criticada por ativistas e defensores dos direitos humanos por ser uma forma de exclusão social. Em vez de resolver os problemas subjacentes que levam as pessoas a viver nas ruas, a arquitetura hostil simplesmente tenta tornar esses espaços menos acessíveis e confortáveis para elas.
Uma possível intervenção para solucionar esse problema seria o Ministério das Cidades investir em políticas públicas que visem combater as causas da pobreza e da falta de moradia. Isso poderia incluir medidas como a construção de moradias populares, programas de assistência social e geração de empregos. Essas medidas poderiam ser implementadas em parceria com governos estaduais e municipais, organizações não governamentais e empresas privadas. O objetivo seria promover o acesso à moradia digna e reduzir a desigualdade social.
Em conclusão, a arquitetura hostil é uma prática excludente que não resolve os problemas subjacentes da pobreza e da falta de moradia. É preciso que o Ministério das Cidades invista em políticas públicas efetivas para combater essas questões e promover o acesso à moradia digna para todos.
Redação. Um início no modelo ENEM.
terça-feira, 7 de junho de 2022
Texto de Janine Ribeiro
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Sobre o termo denegrir
quinta-feira, 26 de maio de 2022
Falta revisar
terça-feira, 24 de maio de 2022
Falta Revisao
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